The National Times - EUA reconhece esforços do México para conter migração irregular

EUA reconhece esforços do México para conter migração irregular


EUA reconhece esforços do México para conter migração irregular
EUA reconhece esforços do México para conter migração irregular / foto: © AFP

O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, reconheceu os esforços do México para conter a migração irregular durante uma ligação com o chanceler mexicano, Juan Ramón de la Fuente, informaram ambos os governos nesta quinta-feira (13).

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Essa conversa, realizada na quarta-feira, foi um seguimento dos "acordos estabelecidos" entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua contraparte mexicana, Claudia Sheinbaum, informou a chancelaria do México na rede social X.

Rubio "expressou seu agradecimento pelos recentes esforços do México para frear a migração indocumentada" e sua colaboração no processo de repatriação dos migrantes, detalhou, por sua vez, o Departamento de Estado americano em um comunicado.

Os dois funcionários também discutiram o combate ao tráfico de fentanil, um perigoso opioide sintético que causa pelo menos 75 mil mortes por ano nos Estados Unidos, e o contrabando de armas para o México.

"México e Estados Unidos continuarão trabalhando de forma coordenada, com pleno respeito à nossa soberania e para o benefício de ambos os povos", acrescentou a chancelaria mexicana.

Trump anunciou, em 1º de fevereiro, tarifas de 25% sobre todas as exportações do México e do Canadá, seus parceiros no acordo de livre comércio T-MEC, acusando ambos os países de permitir o tráfico de drogas e a entrada de migrantes indocumentados em território americano.

No entanto, o republicano adiou a imposição dessas tarifas até o início de março, após uma negociação telefônica com Sheinbaum, que concordou em mobilizar 10 mil militares na fronteira com os Estados Unidos.

O México reivindica que os Estados Unidos interrompam o fluxo de armas para os cartéis de drogas mexicanos, que o presidente americano ordenou que fossem designados como organizações terroristas.

C.Stevenson--TNT